Planta em T, de 2 pisos, cobertura diferenciada em telhados de 2, 3 e 4 águas no edifício principal e 1 e 2 águas nas dependências de apoio; fachadas com embasamento, rebocadas e pintadas de branco; fenestrações distribuídas regularmente pelas diferentes fachadas, todas de moldura rectangular em cantaria, com janelas e portas de duas folhas. Fachada principal voltada a E. delimitada por cunhais de cantaria em aparelho rusticado, formando 3 corpos, 2 laterais correspondendo às áreas de serviço e privadas e o corpo central realçado pela escadaria de 2 lanços paralelos com patamares intermédios que ligam a 2 lanços convergentes com patamar superior; guardas em balaustrada de cantaria.
Rural, isolado, destacado. O edifício encontra-se circundado pelas antigas Marinhas da Atalaya, em zona protegida e fértil de avifauna. Implantado no meio de terreno rodeado por jardins, piscina e court de ténis. Do lado da fachada lateral direita e posterior erguem-se várias construções de apoio (garagem para tractor; forno der lenha; canil; pombal, arrecadações; telheiro para lenha). Do lado esquerdo uma pérgola construída com materiais da antiga capela.
1725 / 1728 - o edifício foi erguido por ordem de Ratton; 1870 - a propriedade pertencia ao Visconde de Correia Godinho; Séc. 20 - a propriedade é alugada a uma empresa espanhola para a recolha da "camarinha", sendo posteriormente vendida a área das Marinhas.
Trabalho realizado pelo Atelier Rita Roque com a supervisão de Telma Gomes
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